EXEMPLOS DEMONSTRATIVOS

Veja a plataforma em ação

Dois exemplos reais do que a plataforma entrega, com exames verdadeiros anonimizados e nomes fictícios: a análise de caso clínico, para quem está na porta de entrada da clínica, e o auxílio ao laudo de exame, para quem lauda imagens todos os dias.

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Análise de caso clínico

Para o clínico geral e o cirurgião — anamnese + exames → apoio ao diagnóstico

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Mel

Cadela • SRD • 6 anos • 12,3 kg

Queixa e histórico

Apatia progressiva há 2 semanas, episódios de prurido e emagrecimento discreto. Acesso a quintal. Tutora relata carrapatos no ambiente há cerca de 1 mês.

Exame anexado pelo veterinário

Hemograma anexado ao caso (exame real anonimizado)

Exame real anonimizado, usado apenas para demonstração.

ANÁLISE CLÍNICA

Canino | SRD | Fêmea | 6 anos | 12,3 kg

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Interpretação Clínica

Paciente apresenta apatia progressiva, episódios de prurido e emagrecimento discreto. O hemograma revela eosinofilia absoluta (1.962/uL; referência 100–1.250) e trombocitopenia (126.000/mm3; referência 150.000–750.000), com eritrograma dentro dos valores de referência. A associação de trombocitopenia com eosinofilia, em paciente com acesso a áreas externas, direciona a investigação para hemoparasitoses e parasitismo concomitante.

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Diagnósticos Diferenciais

### 2.1 Erliquiose canina (Ehrlichia canis)

Principal hipótese. A trombocitopenia é o achado hematológico mais consistente da fase aguda e subclínica. A pesquisa direta negativa em capa leucocitária não exclui a doença, conforme ressalvado pelo próprio laboratório.

### 2.2 Parasitismo gastrintestinal ou ectoparasitismo

A eosinofilia associada a prurido sustenta endo/ectoparasitismo ativo como causa primária ou concomitante.

### 2.3 Dermatopatia alérgica (DAPE / atopia)

Considerar diante do prurido com eosinofilia, especialmente se houver histórico de pulgas ou sazonalidade.

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Interpretação dos Exames

Hemograma: leucometria global normal (10.900/mm3) com desvio eosinofílico relativo (18%) e absoluto. Plaquetopenia verdadeira com morfologia plaquetária normal. Ausência de hemoparasitas na amostra não exclui infecção — recomenda-se teste sorológico/molecular.

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Recomendações Diagnósticas

  • Sorologia ou PCR para Ehrlichia spp. e Anaplasma spp. (teste rápido 4Dx como triagem)
  • Coproparasitológico seriado (3 amostras)
  • Avaliação dermatológica com pesquisa de ectoparasitas
  • Repetição do hemograma em 7 a 14 dias para monitorar plaquetas
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Conduta Terapêutica

  • Se confirmada erliquiose: doxiciclina na dose usual por 28 dias, conforme julgamento do veterinário responsável
  • Controle antiparasitário amplo (endo e ectoparasitas)
  • Reavaliação clínica ao término do protocolo
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Prognóstico

Bom a reservado, dependendo da confirmação etiológica e da resposta plaquetária ao tratamento.

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7. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Recomenda-se não iniciar imunossupressores antes de excluir hemoparasitose. Monitorar sinais de sangramento enquanto persistir a plaquetopenia.

Isto não é um diagnóstico nem um laudo assinado. Conforme as diretrizes do CFMV, o diagnóstico e a emissão de laudo são atos exclusivos e de responsabilidade do médico veterinário. A plataforma é uma ferramenta de apoio — o conteúdo deve ser validado pelo profissional responsável.

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Auxílio ao laudo de exame

Para ultrassonografistas, cardiologistas e imaginologistas — envie as imagens, receba a minuta do laudo

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Nina

Gata • SRD • 4 anos

Imagens enviadas — radiografia de tórax (2 projeções)

Radiografia de tórax em projeção laterolateral (exame real anonimizado)Radiografia de tórax em projeção ventrodorsal (exame real anonimizado)

Imagens reais anonimizadas, usadas apenas para demonstração.

No seu padrão: você pode anexar um laudo seu como modelo — a plataforma passa a entregar as minutas seguindo a estrutura, os títulos e o estilo do seu laudo.

LAUDO DE EXAME (SUGESTIVO)

Felino | SRD | Fêmea | 4 anos

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1. EXAME

Radiografia de tórax — projeções laterolateral direita e ventrodorsal.

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2. ACHADOS RADIOGRÁFICOS

  • Campos pulmonares com transparência preservada, sem opacidades alveolares ou intersticiais focais evidentes nas projeções avaliadas.
  • Silhueta cardíaca de dimensões preservadas para a espécie (VHS estimado dentro da normalidade).
  • Traqueia e brônquios principais de trajeto e calibre regulares; discreto realce de padrão bronquial peri-hilar.
  • Cúpula diafragmática íntegra e de contorno regular. Recessos costofrênicos livres, sem evidência de derrame pleural.
  • Estruturas ósseas visibilizadas (costelas, coluna torácica, esterno) sem alterações agressivas.
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3. IMPRESSÃO DIAGNÓSTICA (SUGESTIVA)

Estudo radiográfico do tórax sem alterações significativas nas projeções avaliadas. O discreto padrão bronquial peri-hilar é inespecífico — em paciente com sinais respiratórios, considerar bronquite felina em fase inicial e correlação clínica.

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4. RECOMENDAÇÕES

  • Correlação com exame físico e histórico respiratório
  • Em caso de sinais persistentes: projeção adicional em inspiração máxima ou tomografia
  • Controle radiográfico em 30 dias, se evolução clínica
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5. OBSERVAÇÕES

Minuta de laudo gerada por IA como apoio ao médico veterinário responsável, a partir das imagens enviadas. A conclusão é sugestiva e não substitui a interpretação e a assinatura do profissional que lauda.

Isto não é um diagnóstico nem um laudo assinado. Conforme as diretrizes do CFMV, o diagnóstico e a emissão de laudo são atos exclusivos e de responsabilidade do médico veterinário. A plataforma é uma ferramenta de apoio — o conteúdo deve ser validado pelo profissional responsável.

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